quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Primavera, peito e cimento

O vidro não te deixa dormir,
As pessoas falam alto,
As mesmas musicas gastas e opacas me falam de amores de cais.

Do pouco entendimento me vêm a mente cenas imortais.

Com a força da natureza, com um brilho de pura beleza,
As cores, e flores e tons colorem essa cidade.

Na vontade de vossa alteza, no calor e no frio põe a mesa
inspiração que me vem de verdade.

No canteiro do peito botões e folhas verdes,
vestida de flores vou.

Num olhar mais atento
nota-se que aqui
primavera já chegou...