quarta-feira, 6 de junho de 2012

Fusão

Olhos pequenos que fitam
as pernas que dançam,
que dançam a musica
que o ranger de corpos faz

Pelos arrepiam
do sussurro que a boca
depois da mordida
suave nos trás.

O quebra-cabeça
vai se completando
e chega uma hora
que o tino se perde

 Calor que condensa
desejo que mora
nas mãos e quadris
que a mente excede


O gelo que queima
exausto inda teima
em por na fogueira
os nossos sentidos

Depois da fusão
o hálito doce
nos seios e coxas
encontra abrigo.

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